segunda-feira, 20 de maio de 2013

Divulgação do site Pró-inclusão

O site foi produzida pela ONG Pró-inclusão formada por familiares, profissionais, professores do Rio Grande do Sul com o objetivo de divulgar o conceito de inclusão escolar e contribuir para transformar as escolas tendo como centro a escola de qualidade para todos. A página de apresentação foi escrita por dois jovens com paralisia cerebral o que mostra que o site é feito com a contribuição dos deficientes, como sujeitos ativos na transformação das escolas em escolas inclusivas. O site conta com dois textos sobre o tema da autora Maria Tereza Montoan, a saber: "Todas as crianças são bem-vindas na escola" e "Integração X Inclusão: Escola (de qualidade) para Todos". Além disso, divulga vários eventos realizados e Links para a inclusão. É uma excelente fonte para pesquisa no tema educação inclusiva. Referência Bibliográfica: http://www.pro-inclusao.org.br/index.html. Acesso em 19/05/2013.

Rafinha 2.0 e a geração do conteúdo


O vídeo “Rafinha 2.0” apresenta o personagem Rafinha, fruto da geração dos anos 2000, a Geração C – geração do conteúdo, da colaboração e que está conectada o tempo todo. Esta geração, diferente da minha, nasceu junto com a difusão em massa do celular, do computador pessoal, da internet, do video game, do mp3 e de outras tecnologias. Jovens que lidam com facilidade com todas essas ferramentas tecnológicas e que não sobreviveriam sem acesso a informação fácil e com rapidez, sem a possibilidade de comunicar em tempo real independente da distância, sem a possibilidade de registrar por foto, vídeo e postar on line todas as experiências do seu dia-a-dia. Essa geração das tecnologias vive em um mundo globalizado, em que as empresas estão no centro em uma nova postura (empresas importando com sua reputação, no que se refere à transparência, sustentabilidade, responsabilidade social e ambiental) diante de uma mercado consumidor global e muito exigente. Essa geração não só acessa a informação em grande volume e com grande rapidez como também produz informação, compartilha com seus amigos e ajuda a divulgar experiências positivas e a criticar atitudes e práticas consideradas negativas. Esses jovens são parte de uma rede que conecta pessoas, que aproxima suas vidas e que difunde comportamentos e ideias.

"Help Desk na Idade Média" - Sobre os desafios diante das tecnologias

O vídeo "HelpDesk na Idade Média" apresenta de forma bem humorada as dificuldades encontradas diante das tecnologias. O livro, o rádio, a televisão, o vídeo cassete, o telefone já foram para outras gerações tecnologias inovadoras e que geraram muita angústia e receio diante das novas ferramentas e das práticas transformadas pela introdução das novas tecnologias. Foram fantásticas as dúvidas apresentadas diante do livro, “o novo sistema”, quanto à forma como deve ser manuseado o livro, a orientação do texto nas páginas, a direção da leitura, o medo de perder o texto que estava escrito. E as comparações feitas sobre os benefícios comparado aos textos nos papiros. Nos sentimos assim quando estamos diante do novo. Ficamos receosos e nos sentimos inseguros por não saber o que fazer. As tecnologias mudam as nossas práticas e podem facilitar a nossa vida, se estivermos dispostos à aprender e arriscar sem medo de errar e de solicitar auxílio se for necessário. 

Múltiplos olhares sobre o aprender


Durante a minha trajetória acadêmica a educação presencial foi prioritariamente a modalidade de educação a qual tive acesso. Me formei como aluna e como docente de ensino presencial. Me familiarizei com as estratégias de ensino e aprendizagem que envolvem a figura central do professor, a presença de aulas expositivas e a convivência diária entre professores e alunos. Neste contexto, me situo, como afirma Moran, familiarizada com o “modelo convencional de ensinar-aprender dentro de um espaço bem específico que é a escola e dentro dela a sala de aula”.
No entanto, na contemporaneidade estes processos pedagógicos presenciais estão se transformando com a multiplicidade de acesso ao conhecimento nos ambientes virtuais. As ferramentas de busca na internet, o acesso à video-aulas, à texto, livros e filmes on-line, são exemplos dessas modificações. Além disso, a interação dos alunos e dos professores por meio de rede sociais faz com que as relações entre os sujeitos do processo de ensino-aprendizagem ultrapassem os limites da escola e da sala de aula.
A educação à distância surge, neste cenário, como uma grande possibilidade para a formação continuada como professora de atendimento educacional especializado possibilitando a democratização do acesso ao saber. Surgem assim, novos olhares sobre o ensinar e o aprender, em um processo dinâmico de aprender pesquisando, integrando as dinâmicas tradicionais com as inovadoras, de acordo com Moran. Surgem, também, novas questões e desafios para construir as bases para este aprender à distância.
Busco assim, como aluna de um curso à distância, a construção de uma experiência significativa de formação superando as minhas dificuldades nesta modalidade de educação. Tempo, adaptação ao ritmo de vida e de trabalho e contato com a turma e com os professores são as principais barreiras que enfrento. Como estratégias para superar essas dificuldades procuro reorganizar mais o tempo para estudar e para participar das atividades e estar atenta à colaboração com o aprendizado de toda a turma.
Neste sentido, posso contar sempre com a presença e o auxílio da tutora, com a equipe sempre presente de coordenadores das diferentes áreas e com o “clima cordial e otimista” da turma. Neste início de minha formação estou tendo uma grata surpresa e tenho percebido muitas conquistas com esta pedagogia flexível e colaborativa.

Para início de conversa... Apresentações


Sou professora de Atendimento Educacional Especializado  - AEE - na rede municipal de ensino de Betim, grande BH- MG, e fui desafiada a criar um blog como uma atividade de um curso de formação de pós-graduação em Atendimento Educacional Especializado, pela Universidade Federal do Ceará. A partir desse desafio veio a pergunta: o que publicar e como publicar? Resolvi, portanto, apresentar aqui minhas reflexões, discutir acerca de minhas experiências como professora de AEE, apresentar algumas iniciativas de meu grupo de trabalho na Escola Municipal Maria Elena da Cunha Braz, no bairro Icaivera, compartilhar algumas leituras e debater sobre alguns desafios, barreiras e dificuldades no fazer inclusivo.
Gosto muito de partilhar, interagir e me comunicar por isso estou encantada com as possibilidades de um blog. Espero poder aprender muito com todos/as que compartilharem comigo este espaço de aprendizagem.